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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

O Espírito Santo intercede por nós com "gemidos inefáveis" (Rm 8, 26)

Desde o momento em que os apóstolos tiveram um contato maior com Jesus que eles sentiram a necessidade de estarem em constante oração. Com base nas palavras de Jesus percebem que precisam orar com fé e por isso dizem: “Senhor aumenta a nossa fé”. Mas em outro momento também reconhecem que precisam saber orar, pois acreditavam que oravam erroneamente. Não sabemos como eram suas orações pessoais, mas Jesus lhes ensina a rezar o Pai-Nosso (Mt 6). Nesse sentido São Paulo também reconhecia que as pessoas não sabiam o que pedir e nem como pedir, logicamente hoje não é diferente. Nós enquanto seres humanos imperfeitos não sabemos, por nós mesmos como nos comunicar com a fonte de toda a perfeição: Deus. Porém com vinda de Cristo Deus se revela de forma definitiva ao homem e Jesus promete o “paráclito” (consolador), pois ele sim sabe o que devemos pedir e como pedir. Por isso São Paulo ensina que o Espírito intercede por nós com “gemidos inefáveis”. Claro que são Paulo usa uma linguagem simbólica. Gemer é uma atitude própria dos animais principalmente quando sentem dores. Logicamente São Paulo usa uma linguagem humana para especificar uma realidade não-humana: O Espírito Santo. Geme aquele que sofre com algo e de forma inefável quer dizer que é algo encantador e não se explica com palavras. Misteriosamente a mediação do Espírito Santo torna a nossa humilde oração agradável aos ouvidos de Deus. Por isso devemos sempre começar nossas orações invocando a ação do pai, do filho e do Espírito Santo.

Um comentário:

Margareth Villalba disse...

Achei interessante a colocação, pois tenho procurado entender o que seriam "gemidos inefáveis"e não concordava com aideia de que seriam as "línguas estranhas"da RCC. Penso, no entanto que gemer não é só atitude de animal, mas sim também do homem e da mulher que sofrem.